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A Comissão de Direitos Humanos e Minorias realiza na quinta-feira (4) nova audiência pública para debater o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3). O plano prevê medidas consideradas polêmicas, como a abertura dos arquivos do regime militar (1964-1985), o fortalecimento da reforma agrária e a prioridade para a aplicação de penas alternativas no sistema penitenciário. |
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Bia Barbosa - Carta Maior
Em debate realizado sábado (30) em Salvador, durante do Fórum Social Mundial Temático da Bahia, pesquisadores e ativistas do movimento social afirmaram a urgência de se descolonizar o pensamento e o conhecimento na África e América Latina. Para o africano Samba Buri MBoup, é preciso descolonizar a globalização, recuperando o patrimônio intelectual deixado pelos africanos e a contribuição do continente no desenvolvimento da história e da economia o mundo. |
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O problema do aborto não é uma questão que se resolva na Justiça |
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Gilberto Costa - Repórter da Agência Brasil
Brasília - A rede de entidades da sociedade civil que manifestou apoio à terceira edição do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3) poderá sofrer fissura se o governo alterar as propostas que defendem descriminalização do aborto no programa. |
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Editorial da Comissão de Cidadania e Reprodução
Governo quer retirar trecho que fala da autonomia das mulheres sobre seus corpos A descriminalização do aborto no Brasil, apoiada pelo 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, sofre a pressão de grupos conservadores e ainda corre o risco de ser descontextualizada da causa das mulheres. O presidente Lula dá sinais de que cederá às reivindicações da Igreja Católica, incomodada pelo texto do programa, que trata da autonomia das mulheres e coloca o direito ao aborto como um direito humano. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB posicionou-se contra a proposição, manifestando sua preferência por um texto mais genérico, que se refira apenas ao problema da saúde pública. Em declaração publicada no dia 15 de janeiro, a CNBB argumenta que o PNDH-3 “contém elementos de dissenso que requerem tempo para o exercício do diálogo” e “reafirma sua posição, muitas vezes manifestada, em defesa da vida e da família, e contrária à descriminalização do aborto, ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e o direito de adoção de crianças por casais homoafetivos”. A Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 chegou ao ponto de chamar o presidente Lula de Herodes por incluir os pontos favoráveis à descriminalização do aborto no programa.
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É com profunda tristeza que o Fórum Nacional de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (FNDCA) informa o falecimento de nossa histórica militante Neide Castanho, que dedicou sua vida à defesa dos direitos humanos. |
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Cândido Grzybowski*
Ficamos sem palavras diante da tragédia do Haiti. Quanta dor e desespero em meio à morte e destruição. E agora, angústia e tensão na luta por água e alimento. Não há como não querer imaginar aquilo tudo distante, tentar fugir de cenas chocantes e profundamente humanas. Aquele olhar inocente de criança com lágrimas nos olhos poderia ser o meu, o seu, o de nosso(a) filho(a). Aquela velhinha errante poderia ser sua mãe. A mulher estirada no chão da falta de tudo, com esperança por estar viva e ter salvado o filho no ventre, parece a sua companheira parindo e dando continuidade à vida. Jovens desorientados(as), sem rumo e com endereço perdido, caminhando em todas as direções à procura de algo, de algum sentido, sintetizam o drama de um mundo diante da catástrofe. Enfim, o Haiti somos nós também, queiramos ou não. |
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Representante das organizações de defesa dos direitos das mulheres, Sílvia Camurça disse que essas entidades estão formando comitês para defender as propostas do decreto. Segundo ela, é necessário defender principalmente a legitimidade do plano, para reafirmar a tese de que “as pessoas comuns são legítimas para elaborar políticas públicas”. |
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Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados manifesta o seu integral apoio ao 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), entendido como resultado de um processo amplo, horizontal, participativo e democrático que durou mais de dois anos e contou com a colaboração ativa de dezenas de milhares de militantes, pesquisadores, profissionais e representantes do poder público de todos os níveis e em todas as unidades da federação. |
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A Justiça Global, organização brasileira de defesa dos direitos humanos, manifesta seu apoio à aprovação do Programa Nacional de Direitos Humanos III e expressa sua preocupação com eventuais retrocessos que a implementação das ações e políticas públicas previstas no documento possam sofrer por pressão de setores contrários à efetivação plena direitos humanos no país. |
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Sobre as tentativas de minimização da abrangência do III Plano Nacional de Direitos Humanos |
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É com prazer que informamos que o "Anuário 2008/09 - Direitos Humanos: O Brasil na ONU" está disponível online, no endereço:
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A Frente Nacional pelo fim da Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto vem a público manifestar o seu apoio ao 3º Plano Nacional de Direitos Humanos. |
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A ABONG - Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais, o FENDH - Fórum de Entidades Nacionais de Direitos Humanos, o MNDH - Movimento Nacional de Direitos Humanos e a Plataforma Dhesca Brasil - Plataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos Sociais, Culturais e Ambientais, que reúnem centenas de organizações e movimentos sociais em todo o Brasil, manifestam, por meio desta nota, seu apoio ao III Programa Nacional de Direitos Humanos que, desde sua publicação, tem causado forte reação contrária de setores conservadores da sociedade brasileira. |
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A TV Câmara transmitirá ao vivo a reunião pública sobre o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), que será realizada na próxima segunda-feira (18), a partir de 15h, no plenário 9 do Anexo 2 da Câmara dos Deputados. |
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A Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB), movimento feminista que reúne mais de vinte fóruns, redes e articulações estaduais de mulheres e, através destes, articula centenas de organizações, grupos, ONGs e movimentos de mulheres em todo o território nacional, vem a público manifestar seu apoio ao Programa Nacional de Direitos Humanos III (PNDH III) e expressar os nossos cumprimentos ao Ministro Vannuchi, que mesmo sabendo dos riscos que correria por parte da ofensiva conservadora brasileira, optou por ser fiel aos anseios dos milhares de pessoas que participaram da construção do PNDH III. |
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Gilberto Costa
Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Brasil pode voltar a ser denunciado às cortes internacionais de direitos humanos por causa da impunidade dos autores de crimes ocorridos durante o regime militar (1964-1985). A organização não governamental (ONG) Justiça Global diz que recorrerá à Organização dos Estados Americanos (OEA) e às Nações Unidas (ONU), se for revista a terceira edição do Programa Nacional de Diretos Humanos (PNDH 3). |
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No dia 10/01 o programa Globo News Painel, reuniu o sociólogo Bolivar Lamoinier (dono de consultoria política e muito ligado ao PSDB), Sepúlveda Pertence (ex-ministro do STF) e José Gregori (ex-secretário de Direitos Humanos, ex-ministro da Justiça, ex-presidente da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de S.Paulo e atual presidente da Comissão de Direitos Humanos da prefeitura de São Paulo, amigo próximo do ex-presidente FHC e sua ponte direta com a cúpula católica) para “analisar” o decreto presidencial que deu publicidade à revisão do Programa Nacional de Direitos Humanos. |
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Estranha essa história chamada democracia, especialmente, quando utilizada pelas elites eternamente privilegiadas. Só se lembram do significado do termo quando se sentem atacadas em seus velhos privilégios. Aí há uma grita geral, “olha o autoritarismo aí”, estão instalando uma ditadura. |
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Ao cumprimentar o excelentíssimo senhor Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, estendo o meu bom dia a todos e a todas.
Represento aqui a sociedade civil, por meio do Fórum de Entidades Nacionais de Direitos Humanos, que, em conjunto com a Secretaria Especial dos Direitos Humanos, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados e outros órgãos e organizações, participou de todo o processo de construção do Programa Nacional de Direitos Humanos, desde antes da realização da 11ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos. Esse trabalho foi um grande mutirão, que contou com a presença de 14.000 pessoas em todo o país.
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PAULO VANNUCHI - Ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
No mês de aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, 10 de dezembro, o Brasil ganha nova versão do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH), que atualiza e amplia as versões anteriores. Como passo adiante nessa jornada histórica de fortalecimento da democracia, um destaque do PNDH-3, lançado agora por decreto do presidente Lula, é que 30 ministérios assumem o compromisso de trabalhar por seu cumprimento, reforçando a visão de que a promoção dos direitos humanos é responsabilidade que interliga todas as áreas de governo e constitui verdadeira política de Estado, com ações que se projetam em recomendações ao Legislativo, ao Judiciário e ao Ministério Público e planejam intervenções conjuntas entre União, Estados e municípios |
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Corte internacional determina que o Estado deve garantir a vida e a integridade física dos detentos. Brasil tem até março para se defender. |
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O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal repudia a contratação, pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin), de uma agência de notícias de fachada para espionar organizações do movimento popular. |
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Estudo da Universidade de São Paulo mostra que a Justiça trata diferentemente o torturador se ele é agente público ou não |
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O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foi homenageado pela Rede Social de Justiça e Direitos Humanos na noite desta quarta-feira (9/12), durante o lançamento da 10ª edição do Relatório Direitos Humanos no Brasil, em São Paulo. |
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Elcio Machado Silva, o “Sabiá” – liderança da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e Amazônia Ocidental - e Gilson Gonçalves foram torturados e fuzilados |
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Atividade faz parte das comemorações dos 10 anos. Lideranças de vários estados estão reunidos no Rio para debater desafios dos direitos humanos no Brasil. |
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Natasha Pitts *
São Paulo - Adital - Em novembro de 2008, a República Federativa do Brasil e a Santa Sé assinaram um acordo relativo ao Estatuto Jurídico da Igreja Católica no País. O acordo diz respeito a questões como patrimônio histórico, preservação, imunidade tributária, ensino religioso, questões trabalhistas e apoio e assistência social que a Igreja desenvolve. De lá para cá, o assunto tem gerado polêmicas em vários setores da sociedade. |
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Adital - Após dez anos de atividades, o Fórum Social Mundial (FSM) retornará a cidade brasileira de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde aconteceu a primeira edição, para realizar o seminário internacional "10 Anos depois: desafios e propostas para um outro mundo possível". Apesar do seminário e de outras atividades do Fórum ocorrer na cidade gaúcha, a 10ª edição do FSM terá uma programação descentralizada durante todo o ano de 2010. |
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