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Após 21 dias de acirrada disputa, a mineradora brasileira Vale foi eleita, nesta quinta, 26, a pior corporação do mundo no Public Eye Awards, conhecido como o “Nobel” da vergonha corporativa mundial. Criado em 2000, o Public Eye é concedido anualmente à empresa vencedora, escolhida por voto popular em função de problemas ambientais, sociais e trabalhistas, durante o Fórum Econômico Mundial, na cidade suíça de Davos. |
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Entre as questões que agitaram o Fórum Social Temático, ontem (26), sem dúvida o momento mais esperado era o diálogo da presidenta Dilma Roussef com os movimentos sociais. No encontro, Carmem Foro (Contag/CUT) cobrou da presidenta mais empenho no atendimento às demandas históricas do movimento sindical e rural, como a redução da jornada de trabalho e a reforma agrária. Pablo Salon, ambientalista, criticou o conceito de economia verde, segundo ele muito ligado à ideia de mercantilização capitalista.
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O aumento da repressão por parte da Polícia Militar em São Paulo não é apenas uma percepção e tampouco esse tipo de abordagem é voltada somente para reprimir movimentos sociais, como o observado no caso do Pinheirinho, da Cracolândia e da USP. Reportagem publicada pela Folha de S. Paulo, nesta sexta-feira (27), informa que, das 1.299 pessoas mortas na capital no ano passado, 290 foram atingidas por PMs — 22,3% do total. |
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Coerente ao principal lema do FST, Um novo mundo é possível, a oficina proposta pelo Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES), Educação e cultura na construção de uma economia solidária – realizada durante a tarde na Faculdade de Educação da UFRGS – atraiu cerca de 50 participantes provenientes de dez estados brasileiros. Trata-se, segundo os organizadores, de um número surpreendente, e mostra a força do movimento na sua luta para coletar um milhão e meio de assinaturas em todo o país para a criação, via Congresso Nacional, da Lei da Economia Solidária. |
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A direção das principais organizações dos trabalhadores rurais do Rio Grande do Sul, o MST, a Via Campesina, a Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag-RS) e a Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar da Região Sul (Fetraf-Sul), fechou uma pauta unificada de reivindicações dos camponeses prejudicados com a seca, em um reunião na manhã desta quinta-feira (26/1), em Porto Alegre. |
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"Nós representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada numa harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos sob a proteção de Deus a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil". (Preâmbulo da Constituição Federal de 1988) |
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Na 3ª edição, trabalho escravo e meio ambiente serão debatidos no Fórum Social, em Porto Alegre, e outras atividades acontecem em mais sete estados.
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Entidades de direitos humanos enviaram ontem um "apelo urgente" à Organização das Nações Unidas (ONU) para denunciar violações ocorridas contra usuários de droga na região da cracolândia, em São Paulo. Em relatório de seis páginas, eles acusam a "operação policial", iniciada no dia 3 deste mês, de uso desproporcional da força e tratamento cruel e degradante contra dependentes.
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No próximo dia 28, o Brasil comemora o Dia de Combate ao Trabalho Escravo, data esta marcada pelo assassinato de quatro funcionários do Ministério do Trabalho, no ano de 2004, quando apuravam denúncia de trabalho escravo na zona rural de Unaí (MG). A data foi oficializada em 2009, no entanto, essa luta é mais antiga. Desde o início dos anos 1970, a Igreja, com dom Pedro Casaldaliga, e a Comissão Pastoral da Terra (CPT), tem denunciado a utilização do trabalho escravo na abertura das novas fronteiras agrícolas do país. |
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Com o objetivo de discutir a garantia dos direitos e a incidência nas políticas públicas, os relatos sobre a realidade e a incidência das organizações populares nos governos de Bogotá na Colômbia e Lima no Peru, mostraram uma realidade onde as organizações populares, após muita luta, começam a realizar uma democracia participativa em seus territórios de atuação. |
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A marcha de abertura do Fórum Social temático 2012 reuniu cerca de 20 mil pessoas em Porto Alegre, na tarde desta terça-feira. A comissão organizadora considerou o ato de abertura do FST 2012 um sucesso. Provando mais uma vez ser um espaço da pluralidade de pensamento, a marcha teve espaço para as mais diversas causas e ativismos. |
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Os meios de comunicação serão um dos principais focos de debate da primeira Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social (Consocial). O papel da mídia no combate à corrupção, o livre acesso à informação e dados públicos e o incentivo ao controle da gestão pública são algumas pautas do evento que acontece entre 18 a 20 de maio, em Brasília. |
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Brasil deve explicar uso excessivo da força, maus tratos, falta de acesso a saúde e a moradia adequadas. |
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Pelo terceiro ano consecutivo, entidades públicas e organizações civis realizam na última semana de janeiro atos e debates para marcar o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, no dia 28 de janeiro. |
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A questão racial vem pontuando as discussões voltadas para a democratização da comunicação e também na conquista da cidadania. O consenso de que a superação das desigualdades raciais e sociais passa pela correção das assimetrias do próprio Estado Brasileiro devem passar a encarar as relações raciais como um tema transversal que estrutura a dinâmica das sociedades. |
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A Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa, reunida em Porto Alegre nos dias 21, 22 e 23 de janeiro de 2012, condena veementemente a brutal ação policial que desocupou a favela do Pinheirinho, em São José dos Campos, São Paulo. A notícia, que recebemos com consternação, é um choque, por sua ferocidade e covardia que, de acordo com relatos, teriam custado sete mortes. Infelizmente, contudo, não é uma surpresa. Quem está atento aos fenômenos de transformação do espaço urbano brasileiro nos últimos anos, sabe da violência que caracteriza os processos de exclusão que atingem às comunidades mais pobres, mesmo quando eles não se manifestam pela força física.
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Nos dias 27 e 28 de janeiro, durante o Fórum Social Temático de Porto Alegre, ocorerrá a terceira edição do Fórum de Mídia Livre. O evento discutirá políticas públicas, tecnologica e o ativismo na internet. |
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Durante a semana passada, os jornais e televisões registraram um chamado ‘exército’ trajado com capacetes automobilísticos, escudos feitos com tambores de plástico, caneleiras de PVC, bastões de madeira e pronto para defender um pedaço de chão de 1,3 milhão de metros quadrados no bairro Pinheirinho, em São José dos Campos, onde vivem 1.600 famílias, cerca de sete mil pessoas, desde 2004.
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A reintegração de posse da área ocupada pela comunidade Pinheirinho, em São José dos Campos, São Paulo, vem repercutindo na imprensa e nas redes sociais pela violência e ilegalidade com que foi realizada. O Conselho Federal de Psicologia (CFP) vem a público solidarizar-se com as famílias da ocupação e questionar tanto os métodos usados na reintegração de posse como os seus objetivos.
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O sociólogo e professor português Boaventura de Souza Santos repudia a violenta desocupação da comunidade do Pinheirinho, em São José dos Campos, SP, realizada neste domingo (22) pela polícia militar, a mando da justiça estadual. |
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