| Rede Social de Justiça e Direitos Humanos discute transnacionai e criminalização de movimentos |
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| 20 de janeiro de 2009 | |
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Rede Social de Justiça e Direitos Humanos discute transnacionais brasileiras e criminalização de movimentos sociais no Fórum Social Mundial. O evento é organizado pela Rede Social em parceria com Fundação Rosa Luxemburg, MAB, PACS, Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais, Rede de Justiça Ambiental, Rede Jubileu Sul, FASE, GT Serviços da Rebrip e Oilwatch International.
A Rede Social de Justiça e Direitos Humanos está divulgando algumas de suas atividades no Fórum Social Mundial, que começa no próximo dia 27 de janeiro, em Belém. A primeira delas é “Criminalização dos Protestos e Movimentos Sociais”, que acontece no dia 29, das 12h às 15h, na UFPA. Trata-se de um debate que tem como objetivos desvendar as diversas modalidades de criminalização que se colocam sobre os movimentos sociais; fazer uma relação entre estas e outras formas de repressão, tradicionais e institucionalizadas, com o propósito de refletir sobre o impacto da criminalização dos protestos no desenvolvimento dos movimentos sociais, e de pontuar as formas de resistência à essa tendência cada vez mais evidente. Entre os debatedores estão Aton Fon Filho (Rede Social de Justiça e Direitos Humanos/Brasil), Kathrin Buhl (Instituto Rosa Luxemburg Stiftung/Brasil), Soniamara Maranhão (MAB/Brasil), Pablo Romo (SERAPAZ/México), Eduardo Yánez Guardado (MAPDER/México), Ulisses Manaças e Eurival Martins (MST/Brasil) e Ramón Medina (OLT/Paraguai), Martin Maliqueo (Comunidade Lonko Puran/Argentina) e Claudia Korol (Pañuelos em Rebeldía/Argentina) , Corinna Genschel (Comitê de Direitos Fundamentais e Democracia/Alemanha).
No dia 30, das 12h às 15h, será realizado o seminário “Transnacionais brasileiras na América Latina: Petrobrás, Vale, Odebrecht e os casos Itaipu e Etanol”. Esta mesa se propõe a informar sobre a atuação dessas empresas a partir de depoimentos de pessoas e organizações afetadas, relacionar suas práticas dentro e fora do Brasil, desmascarando estratégias de responsabilidade social corporativa e abrir espaço para articulação com o objetivo de identificar estratégias de solidariedade mútua entre os afetados do Brasil e de outros países. Entre os debatedores estão Alexandra Almeida (Acción Ecologica/Equador) e Patrícia Molina (Fobomade/Bolívia), Alfredo Chum (Coordinadora por la defensa y la vida de la naturaleza de la Cuenca del Rio Guayas/Equador), Andrés León Araya (Grito Meso America/Costa Rica) , Constancio Mendoza (Frente Social y Popular/Paraguai), Luis Fernando Novoa (Rede Brasil sobre Institutições Financeiras Multilaterais/Brasil) , Ana Esther Ceceña (Observatório Latinoamericano de Geopolítica/México) . O evento é organizado pela Rede Social em parceria com Fundação Rosa Luxemburg, MAB, PACS, Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais, Rede de Justiça Ambiental, Rede Jubileu Sul, FASE, GT Serviços da Rebrip e Oilwatch International. Criminalização dos Protestos e Movimentos Sociais Data: 29/01/2009 Período: 12h às 15h Local: UFPA Profissional - CP 03 Transnacionais brasileiras na América Latina: Petrobrás, Vale, Odebrecht e os casos Itaipu e Etanol Data: 30/01/2009 Período: 12h às 15h Local: Tenda Multiuso II- UFRA Informações para a imprensa: Evanize Sydow – (11) 8468-0910 / (21) 7699-3665 Maria Luisa Mendonça – (11) 8167-9951 |
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